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 Carbon Expo 2010: N&SAgriconsult, Brasil Mata Viva e FEPAF 
Foi realizada na cidade de Colônia, Alemanha, a Conferência e Feira do Mercado de Carbono Global – Carbon Expo –, entre os dias 26 a 28 de maio. Durante esses três dias, o comércio de emissões internacional foi o foco da feira, sendo discutidos as tendências e desenvolvimentos atuais no mercado de carbono, assim como o próprio comércio de emissões, os projetos de financiamento e os obstáculos a mitigação de carbono. Vale à pena lembrar que as alterações climáticas e os desafios relacionados com a área de comércio de emissões foram discutidos e em parte formulados. A Carbon Expo, portanto, foi uma plataforma internacional de diálogos, voltada ao intercâmbio de conhecimentos para o desenvolvimento no mercado de carbono. Participantes do mercado mundial de CO2, ao mais alto nível de tomada de decisões se reuniram em Colônia.
Cerca de 3.000 pessoas visitaram o evento E 240 expositores de 68 países apresentaram produtos e serviços para o comércio de emissões. Entre eles estavam 47 países de acolhimento que, com o apoio do Banco Mundial, apresentaram seus projetos de redução de emissões atuais e os investimentos relacionados com o desenvolvimento e as necessidades e oportunidades.
Um dos pontos polêmicos nas discussões e debates foi gerado em referência a contribuição dos projetos de Mecanismos de Desenvolvimento Limpo (MDL). O MDL é um instrumento originalmente concebido cujo propósito é permitir aos países e empresas do mundo desenvolvido, o desenvolvimento de baixo custo de projetos de ativos de carbono de alta qualidade nos países em desenvolvimento.
Apesar de ter sido indiscutivelmente bem-sucedido com esse objetivo, ele tem ficado muito aquém de atingir uma de suas metas secundárias, que é permitir o desenvolvimento local sustentável no mundo em desenvolvimento. Muito foi discutido com o propósito de desenvolver uma maneira mais sustentável. No entanto, a grande parte concorda que os países desenvolvidos precisam de opções mais baratas a fim de reduzir às emissões de GEE (gases do efeito estufa), tendo tal Mecanismo de Desenvolvimento Limpo a necessidade de ser reformulado para um segundo período de compromissos.
De acordo com Joelle Chassard,, gerente da Unidade de Finanças de Carbono do Banco Mundial, existe a necessidade de se pensar em mudanças nas metodologias, testando diferentes abordagens. Agregando a isso, o Brasil Mata Viva apresentou na Carbon Expo um novo padrão, voltado ao desmatamento evitado, e ao mesmo tempo, gerando transparência e sustentabilidade nas áreas dos projetos a serem desenvolvidos.
Como um ciclo sustentável, o padrão BMV (Brasil Mata Viva) foi bem recebido, sendo considerado como método novo, criativo e eficaz de desenvolvimento, do qual não foge do mecanismo de desenvolvimento limpo (MDL), pois consegue balancear por meio do desenvolvimento social e sustentabilidade econômica, os projetos voltados a redução de emissão certificada.
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